Emoção e jornalismo. Qual o limite?
Emílio Moreno | 1 de agosto de 2008Padrões são feitos para serem quebrados. A afirmação é motivada ao saber pelo Gente de Mídia, que a apresentadora Juliana Castanha ficou emocionada durante o Jornal Jangadeiro. Segundo o blog, ela acompanhava do estúdio a reportagem feita pelo ‘Barra pessada’, com um paciente que recebeu um coração. Durante o trecho da entrevista, ela ficou tocada com uma colocação feita por ele.
Quando o jornal entrou no ar, seus olhos ainda estavam sinais da forte emoção. Ao anunciar matéria relacionada a transplantes, sua voz embargou. Ela precisou deixar a bancada e seu colega de telejornal, Reginaldo Aguiar, explicou que o motivo de tal demonstração de emoção ocorreu após ela lembrar a luta para viver do seu pai e que não alcançara sucesso num transplante devido a falta de um doador.
Sempre que ouço dizer que telejornalismo não combina com emoção, me pergunto se isso tem algum sentido. Do mesmo jeito que o telespectador espera credibilidade, seriedade de um profissional na frente do vídeo, ele deseja também emoção. Sentir que ali existe um ser humano transmitido informação e não apenas um leitor de palavras. Mas qual é mesmo o limite entre a emoção e o jornalismo? Ele existe mesmo? Muitas dúvidas em um só posto.
Foi-se o tempo que político precisava ter vocação. Basta ver o caso da candidata Katia Heffner (PTB-CE). A garota faz shows de strip tease em Fortaleza. O L.D. descobriu a candidatura bizarra através do blog da
Que anúncio de Tin Gomes como vice de Luizianne que nada.




